| Código (Estadual) | Disciplina | Descrição | Etapa | Ações |
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| Código | Disciplina | Descrição | Etapa | Ações |
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Análise quantitativa e percentual do banco de questões por descritor cadastrado (Clique em uma linha para filtrar as questões correspondentes)
| Nome do Caderno | Ano Escolar (Etapa) | Disciplina | Ano Letivo | Origem | Canal | Questões / Inconsistências | Ações |
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| Nome da Origem / Órgão | Total Questões | Ações |
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| Nome da Disciplina | Total Questões | Ações |
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| Nome do Ano Escolar | Total Questões | Ações |
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| Ano | Total Questões | Ações |
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Relatório de questões com dados incompletos ou sem mapeamento na base central.
| ID | Pergunta | Disciplina | Descritor | Matriz | Ano Escolar | Caderno | Inconsistências | Ações |
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Gerencie as chaves de API e contas de IA integradas no sistema.
Chave padrão do projeto (AQ.Ab8...)
Chave alternativa de backup (AIzaSy...)
Inserir outra chave de API Gemini
Consulte diagnósticos de Engenharia Pedagógica, distribuição de distratores e proficiências por caderno.
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Caderno de Questões
Visualização de como ficará na prova impressa
| Nº Questão | Pergunta | Disciplina | Descritor | Gabarito | Status | Ações |
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| Pergunta | Disciplina | Descritor | Status Atual | Ações |
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Isso atualizará o valor em todas as questões da base central.
🔒 Bloqueio (Cadeado): Fica visível apenas se o caderno estiver 100% verificado (todas as questões revisadas e com status "Verificado") ou se ele já estiver bloqueado. Serve para impedir modificações acidentais nos itens da prova.
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Análise psicométrica em lote com Inteligência Artificial
| Data/Hora | Parâm. | Valor | Origem | Justificativa / Análise Pedagógica |
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Análise psicométrica e dados empíricos de aplicação do caderno
A Teoria de Resposta ao Item (TRI) é um conjunto de modelos psicométricos que estimam a proficiência de um estudante a partir de características estatísticas intrínsecas das questões (itens).
Mede o quão bem a questão distingue os estudantes que dominam a habilidade daqueles que não dominam. Quanto maior este parâmetro, mais íngreme é a curva característica do item no ponto de dificuldade.
Determina o ponto na escala de habilidade (geralmente entre -3.0000 e +3.0000) onde o estudante tem cerca de 50% de chance de acerto (desconsiderando o chute). Corresponde ao ponto de inflexão da curva.
Representa a probabilidade de um estudante de baixíssima habilidade acertar o item apenas marcando uma alternativa aleatória. Varia de 0.0000 a 1.0000. Em exames de múltipla escolha com 4 alternativas, o valor de partida é 0.25 (25%); com 5 alternativas, é 0.20 (20%).
Para que serve: Estima a probabilidade de acerto considerando exclusivamente a dificuldade (b) do item e a habilidade (θ) do estudante. Assume-se que todos os itens têm o mesmo poder de discriminação (a = 1).
Como deve ser calculado: Estimado por Máxima Verossimilhança Conjunta ou Condicional através de iterações numéricas baseadas na contagem de acertos simples dos respondentes.
Para que serve: Introduz o parâmetro de discriminação (a), permitindo ponderar de forma diferente os acertos de questões que de fato diferenciam os melhores alunos.
Como deve ser calculado: Através do método de Máxima Verossimilhança Marginal (MVM), usando o algoritmo EM (Expectation-Maximization) para estimar a e b simultaneamente.
Para que serve: O modelo padrão da avaliação da Educação Básica (como SAEB e ENEM). Considera a probabilidade de acerto casual (chute - c), impedindo que a probabilidade caia para zero mesmo para alunos sem proficiência.
Como deve ser calculado: Através de Máxima Verossimilhança Marginal com restrições Bayesianas (Beta Priors) impostas sobre o parâmetro c para evitar inconsistência matemática.
Utiliza algoritmos generativos para analisar a estrutura morfológica da pergunta, a complexidade dos distratores e a semântica do descritor pedagógico, gerando parâmetros de discriminação (a) e dificuldade (b) alinhados com a matriz de referência da etapa. É ideal para ancoragem inicial e novos itens criados no banco.
Valores inseridos diretamente por revisores técnicos. Normalmente derivam de calibrações executadas por equipes externas em softwares consagrados (R, BILOG-MG, SAS, etc.) sob matrizes de testes oficiais.
Cálculo real baseado na matriz de respostas dos estudantes que realizaram a avaliação oficial. Os valores de p-value e distratores críticos determinam os ajustes finais de discriminação e dificuldade do item. Ao importar cadernos de gabaritos oficiais, seus parâmetros devem idealmente ter esta origem.
| Opção | Classificação Pedagógica | Votos | Proporção |
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O p-value reflete o percentual de acertos do grupo avaliado. Em exames de larga escala, um distrator com muitos votos (ex: distrator plausível) indica um provável equívoco conceitual generalizado. Na TRI, o parâmetro B (dificuldade) representa a barreira teórica de proficiência necessária para ter 50% de chance de acerto. Ao calibrar usando dados reais, certifique-se de que a origem do parâmetro esteja marcada como Estatístico para indicar exatidão empírica.
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Processando informações...
Esta ferramenta analisa as respostas incorretas dos alunos e mapeia a natureza cognitiva dos erros para orientar planos de intervenção direcionados:
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